• BEVERLY HILLS, CA - OCTOBER 20:  Actress Renee Zellweger arrives at the 21st Annual ELLE Women In Hollywood Awards at Four Seasons Hotel Los Angeles at Beverly Hills on October 20, 2014 in Beverly Hills, California.  (Photo by Jon Kopaloff/FilmMagic)

    As mudanças de Renée Zellweger – parte 2

    7 nov • analises faciais, ANTI AGING, CIRURGIA PLÁSTICA, ESTÉTICA

    fatpads ou compartimentos de gordura que estão presentes ao redor dos olhos… Hoje, não somente as olheiras são considerados elemento estético alvo de atenções, mas também os compartimentos acima e lateral dos olhos, bem como as frontais e as temporais. Pra mim, é gritante a perda de volume da atriz ao redor dos olhos, têmporas e testa. E gente, gravem isto: perda de gordura facial = envelhecimento facial = perda de jovialidade, que nem sempre é igual a perda de beleza, a menos que seja exagerada e não encontre harmonia com os outros elementos estéticos faciais. Foi o que houve com ela. Vemos pessoas que ficam mais bonitas a medida que o tempo passa… Elas envelhecem, perdem gordura facial, adquirem um rosto mais magro e mais marcado ficando assim, mais atraentes ( e muitas não fizeram bichectomia viu!?) Mas no caso dela, a remoção do chamado ROOF e das bolsas de gordura intraorbitais superiores e inferiores foi muito evidente. Ela emagreceu também, e então perdeu gordura frontal e temporal superior também. Mas a temporal inferior, provavelmente foi fruto da retirada da extensão temporal da bola de Bichat, que contribui para o volume e contorno da região lateral dos olhos e inferior temporal, fundamentais para a manutenção da jovialidade facial. Ela fez o caminho inversos, hoje as pessoas colocam volume… Se ela fosse minha paciente, eu teria indicado somente a bichectomia com preservação dos prolongamentos temporal e massetéricoe aconselharia perda de peso, para uma redução natural e homogênea do volume facial…

    Podem mandar suas dúvidas! Responderei à medida que o tempo deixar!! Até a próxima análise!

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  • o-renee-zellweger-facebook

    As mudanças de Renée Zellweger

    7 nov • analises faciais, ANTI AGING, CIRURGIA PLÁSTICA, ESTÉTICA

    Há algum tempo, a atriz Renée Zellweger apareceu na mídia BEEEEM diferente do que costumávamos ver. Ela surgiu mais magra e com alterações faciais que só por terem se tornado muito notáveis, fizeram com que a mesma perdesse atratividade. O mais notável foi a perda de gordura facial, principalmente ao redor dos olhos. Por trás da pele do rosto humano, existem compartimentos de gordura bem conhecidos e determinados que podem ser superficiais (estes em questão) ou profundos (existem por trás da musculatura do rosto). A lipoaspiração facial reduz a quantidade de gordura existente nos compartimentos superficiais e a bichectomia, reduz a quantidade de gordura presente no compartimento profundo chamado bola de Bichat (existem outros também). Farei um post sobre isto no decorrer dessa semana (#fiqueligado!)mas neste vou salientar a importância das fatpads periorbitais para a jovialidade. Na opinião de vocês, qual alteração no rosto da atriz contribuiu mais com o envelhecimento dela? No próximo post vou expor meu ponto de vista e dizer o porque desse “envelhecimento” quando na verdade, ela deve ter pretendido ficar mais bonita! Aliás, juventude e beleza, pra vocês, são sinônimos?! Estão intimamente associados!? Quero saber o que pensam!!!

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  • mamografia

    Silicone e mamografia – Mitos e verdades

    23 out • CIRURGIA PLÁSTICA, ESTÉTICA

    👉🏼 “A compressão durante a mamografia pode romper os implantes”
    MITO. A compressão no mamógrafo costuma ser menos intensa nesse caso justamente para não correr qualquer tipo de risco. Além do mais, os implantes são super resistentes e não se rompem nem com forças muito maiores.
    👉🏼 “Há uma posição da prótese que facilita a realização da mamografia”
    VERDADE. Para esse tipo de exame, as próteses por trás do músculo tem maior deslocamento, permitindo exposição completa da glândula mamária, facilitando a mamografia.
    👉🏼 “A imagem na mamografia aparece mais esbranquiçada após o implante de silicone”
    VERDADE. O silicone é um material radiologicamente denso, por isso a densidade global da mama pode aumentar.
    👉🏼 “Nas cirurgias de remoção do tumor o implante também é retirado”
    DEPENDE. Na maioria das vezes , sim.

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  • suplemento gestante

    Suplementação na gravidez

    8 maio • LOVE IT!, maternidade, SUPLEMENTAÇÃO

     

    Desde o momento da concepção, quando duas células se fundem, o embrião humano embarca numa incrível jornada de desenvolvimento. De uma única célula, o embrião se transformará em trilhões de células organizadas em uma complexa forma que é o corpo humano. Durante sua estadia no útero, a mãe proverá abrigo, comida, água e oxigênio. Justamente nesse período, as escolhas maternas, paternas e muitas vezes familiares, afetarão a vida desse novo ser em curto, médio e longo prazo. Um momento de rápida construção que requer suprimentos adequados, em quantidades ideais.

    Nas semanas em que durar o período gestacional e nos primeiros meses de vida do bebê, deve-se evitar qualquer possibilidade de carência, fornecendo nutrientes para um contínuo desenvolvimento do feto e para a saúde da mãe.

    Nesse período de tantas mudanças, cada fase requer uma atenção especial dos pais e dos profissionais de saúde, cercando-se de cuidados e informação para otimizar os resultados presentes e futuros, utilizando nutrientes específicos, focados em qualidades estruturais das partes, construindo assim um ambiente rico para o organismo como um todo, e preparando-o para uma vida onde as adversidades se apresentarão de maneira complexa. Faz-se uso da janela de oportunidades que a ciência vem desvendando, através do uso de suplementos, para vantagem e benefício de todos – aqui, em especial, da mãe e do bebê.

    Muitos dos nutrientes apresentados, como o ferro, iodo e ácido fólico, são há mais tempo estudados ou popularmente conhecidos, mas existem outros que a ciência vem analisando e evidenciando benefícios expressivos. O que a ciência comprovou nas últimas décadas sobre o papel preventivo e maximizador da suplementação, durante (e após) a gestação estará nas próximas linhas desse artigo. O objetivo é relatar que o uso de alguns suplementos pode gerar um resultado final diferente, não só prevenindo doenças, mas também otimizando o funcionamento do organismo da futura criança. É a possibilidade de oferecer mais saúde para o filho, antes mesmo de seu nascimento.

    Sendo um conteúdo de atualização científica e não um guia de prescrição, é importante salientarmos que nada substitui um profissional de saúde e uma dieta e estilo de vida saudáveis. O uso de qualquer substância – aqui no caso, suplementos – deve ser discutido e seguido conforme orientação do médico e nutricionista que acompanham a gestante ou nutriz.

     

    Por que suplementar a gestante?

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    A gestante de hoje não recebe a mesma quantidade de minerais em comparação com uma gestante que vivia 30 ou 90 anos atrás. Em 1927, pesquisadores de King’s College, da Universidade de Londres, come­çaram a coletar dados sobre o teor de nutrientes dos alimentos (27 variedades de vegetais e 17 de frutas, 10 cortes de carne, e alguns queijos e leites). Suas análises foram repetidas em intervalos regulares desde então, dando-nos uma imagem única de como a composição da nossa alimentação mudou ao longo do século passado: os alimentos perderam de 20 a 60% dos seus nutrientes.

    Essa perda de nutrientes é observada sob vários ângulos. E, mesmo que as necessidades diárias reco­mendadas (NDR) apresentem-se de forma conser­vadora – e muitas esperando por uma revisão com urgência frente às conclusões de várias pesquisas modernas –, estudos vêm indicando uma carência nutricional, entre gestantes, de vitaminas e minerais essenciais, como o magnésio, folato, vitamina E, D, ou mesmo gorduras benéficas como o DHA.

    O DHA – um dos ácidos graxos poli-insaturados presentes no ômega-3 – é um componente funda­mental da membrana celular do cérebro e da bainha de mielina em torno de cada nervo. Ele é transferido a taxas altíssimas da mãe para o feto e essa distribui­ção é crucial para uma ótima saúde cerebral, ocular, imunidade e desenvolvimento do sistema nervoso. Por ser um nutriente de alta demanda do feto, a mãe pode apresentar carência trazendo consequências como a depressão pós-parto.

    Um estudo canadense, publicado em Applied Physio­logy, Nutrition, and Metabolism, e conduzido por Cathrine Field, que comparou a ingestão dietética de 600 mulheres grávidas e lactantes (grupo partici­pante do estudo APrON), descobriu que apenas 27% das mulheres grávidas e apenas 25% das lactantes atendiam à dose de 200mg de DHA/dia.

    A idade média das participantes foi de 31,6 anos e elas eram em sua maioria casadas, com boa renda familiar, e possuíam formação universitária. Aproxi­madamente 1/3 delas tomavam um suplemento de ômega-3 (DHA), sendo estas as que se aproximaram mais da ingestão ideal. Quase 3/4 das mulheres no estudo não estavam recebendo suficiente ômega-3 durante a gravidez e lactação, e quase 90% das mulheres que confiavam na dieta por si só não esta­vam recebendo suficiente DHA.

    Segundo a conclusão do estudo, com o uso da suple­mentação de ômega-3 ocorreu melhora significante da ingestão do DHA necessário para a saúde do bebê e da mãe.

     

    Ômega-3 na construção do cérebro

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    O cérebro humano é composto por quase 60% de gordura. Importante para a formação da membrana externa das células cerebrais, ela permite uma troca rápida e mais eficaz de ‘mensagens’ entre as células nervosas. No momento de maior desenvolvimento da massa estrutural do cérebro do bebê – durante o 2° trimestre e, principalmente, 3° trimestre gestacional, estendendo-se para a lactação – a ingestão de ótimas quantidades de ômega-3 pela mãe pode repercutir posi­tivamente durante muitos anos na vida do seu filho.

    O ômega-3 engloba os ácidos graxos poli-insatura­dos (PUFAs): α-linolênico (ALA), eicosapentaenoico (EPA), docosapentaenoico (DPA) e docosahexaenoico (DHA) – os 3 últimos referidos como sendo de cadeia longa (n-3 LCPUFAs). Esses ácidos graxos essenciais – não produzidos pelo organismo, devendo ser obtidos através de fontes dietéticas –, são os componentes estruturais do sistema nervoso central e seu papel no aprendizado, habilidades e memória já foram bem documentados.

    Um estudo publicado em Pediatrics concluiu que a ingestão materna de ácidos graxos de cadeia longa ômega-3, durante a gestação e lactação, mostrou aumento no QI (quociente de inteligência) das crian­ças aos 4 anos de idade.

    Recentemente, pesquisadores da Faculdade de Medi­cina da Universidade de Tohoku, Japão, ao estuda­rem a correlação entre o consumo de óleo de peixe durante a gestação e a saúde do cérebro de filhotes de camundongos, descobriram que na ocorrência do desequilíbrio entre os níveis de ômega 3 e 6, a conse­quência é um envelhecimento prematuro das células neurais do feto – responsáveis pela produção de células cerebrais. Também observaram níveis altos de ansiedade, mesmo depois quando criados com dietas ricas nutricionalmente. Como a dieta ociden­tal é majoritariamente rica em ômega-6 (alimen­tos processados com o uso de óleo de soja, entre outros), os pesquisadores reafirmam a recomenda­ção de consumo de óleo de peixe durante a gestação para o bem da saúde da criança.

    Os estudos apontando resultados enaltecedores do ômega-3 para a saúde nos períodos pré, durante e pós-gestacional são muitos e impressionam, abor­dando, inclusive, uma influência futura na vida da criança.

    Benefícios comprovados do uso de Ômega-3 na gestação

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    Crianças de mães suplementadas com ômega-3 apresentam melhor processamento mental, aprendizado, memória, desenvolvimento psicomotor e coordenação mãos-olhos, bem como prevenção do déficit de atenção.

    Efeito positivo na visão da criança. O DHA é uma das principais gorduras estruturais na retina do olho, sendo responsável por até 60% do total de ácidos graxos poli-insaturados (PUFAs).

    Níveis adequados de DHA na dieta parecem ser cruciais para a construção da resiliência neuronal de longo prazo para um ótimo desempenho cerebral, e ajudam na batalha contra doenças neurológicas.

    Melhor saúde gestacional e no parto, melhor crescimento e desenvolvimento dos bebês, maior adaptação ao estresse durante a gestação e prevenção de depressão perinatal.

    Devido à contaminação dos mares, para evitar a presença de mercúrio e outras toxinas no organismo, ao se alimentar de peixes, escolha os de menor porte e vida curta, ou, ao comprar o seu suplemento de ômega-3, procure um que apresente certificação de pureza.

     

    Probióticos: efeitos positivos de longa duração

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    De acordo com a ciência moderna, a saúde do intestino é de onde se origina quase 70% do sistema imune. Edições anteriores da Revista Essentia já abordaram, através de diversas literaturas, a importância dos probióticos não apenas para o trato digestivo, mas também no equilíbrio do sistema imune, e a inter-relação da saúde intestinal com a saúde geral física e psíquica.

    Os probióticos são microrganismos vivos (lactobacillus) que podem afetar positivamente a saúde. Uma absorção eficaz de nutrientes, vitaminas e minerais de alimentos e suplementos depende de uma boa digestão e uma boa distribuição de bactérias benéficas nos intestinos. Alimentos como iogurte, keffir, bebidas fermentadas e suplementos probióticos aumentam o crescimento e diversidade de microrganismos saudáveis no corpo.

    Nas gestantes, os probióticos auxiliam no controle do excesso de peso, diminuem os riscos de parto prematuro, além de diabetes gestacional82 e infecção urinária, que são muito comuns nesta fase da vida da mulher.

    Durante a gestação, quer seja pelas alterações hormonais ou pelas alterações mecânicas no abdômen, a mulher tende a uma diminuição do funcionamento do intestino, gerando constipação. Também ocorre uma maior retenção de líquidos, o que torna as fezes mais secas, dificultando sua passagem pelo intestino. Daí também a importância de uma alimentação rica em fibras e/ou a suplementação com probióticos, e boa ingestão de água.

    Um grande aliado dos probióticos – e das gestantes – é o consumo de prebióticos (fibras), que funcionam como alimentos para estes microrganismos, além de diminuir a absorção de gorduras pelo intestino, melhorando os níveis de colesterol no sangue, atuando no controle da glicemia em pacientes com diabetes, auxiliando na redução do peso corporal, fortificando o sistema imunológico e intensificando a absorção de minerais.

    O bebê também se beneficia da ingestão desses microrganismos. Uma colonização bacteriana positiva auxilia em processos alérgicos e no amadurecimento do sistema imune, impedindo uma série de doenças. Uma em cada 5 crianças sofre de dermatite atópica, e algumas revisões sistemáticas de estudos e meta-análise (Jama Dermato¬logy/2013; Allergy/2015; Journal of Derma¬tological Treatment/2015) concluíram que os probióticos podem limitar a ocorrência ou sua severidade, produzindo proteção de longa duração.

     

    O parto

    Vitaminas-para-crianças-suplementação-vitamínicaO parto normal é muito importante para os bebês por possuírem um intestino estéril ao nascer. Ao passar pelo canal do parto, e durante a amamentação, ocorre uma transferência das bactérias da mãe para o bebê. Quanto mais a mãe possuir estirpes variadas de bactérias saudáveis, mais imunidade e saúde o bebê terá. No caso do Brasil, onde o índice de cesáreas é muito alto, a suplementação de probióticos para bebês nascidos sob esta técnica é extremamente recomendável, pois também há o benefício da redução das cólicas do recém-nascido.

    Vale notar que os suplementos de probióticos se diferenciam em potência e ingredientes, dependendo de quem os fabrica e, conforme intenção de uso, o profissional de saúde pode personalizar as cepas e doses necessárias para cada paciente.

    Mutivitamínicos

    Pré-natal

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    Enquanto uma severa deficiência possa não ser o problema mais incidente, uma deficiência ‘marginal’ pode acontecer com mais frequência do que o desejável, e, inclusive no caso de gestantes que usam suplementos pré-natais prontos. Mas… como assim?

    No Brasil, um multivitamínico pode ser classificado e fiscalizado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como um alimento ou medicação. Infelizmente, ainda não existe uma categoria específica para os multivitamínicos, e, mesmo que as regras possam ser rígidas, as legislações pertinentes aos alimentos e medicações são diferentes, criando assim impasses na produção de suplementos vitamínicos. Todas as empresas ao produzirem um multivitamínico pré-natal ou não, devem seguir os valores máximos de vitaminas e minerais da IDR (Ingestão Diária Recomendada), que é definida pela ANVISA – conforme a legislação seguida, dos alimentos ou medicações. Esses valores são baseados na RDA (Recommended Dietary Allowances), um sistema de recomendações nutricionais americano que é revisto periodicamente refletindo os avanços do conhecimento científico. Além de um suplemento multivitamínico não ser um alimento e nem uma medicação, outro problema é que a periodicidade das revisões científicas não ocorre de forma ágil como desejaríamos ou precisaríamos… e a mais recente edição (10a) é do ano de 1989. De lá para cá, muitos estudos quantitativos e qualitativos já evidenciam valores diferentes de alguns nutrientes. Isso posto, os multivitamínicos pré-natais comerciais são fabricados com muitos de seus ingredientes em doses baixas, pois a ANVISA não permite a comercialização de vitaminas e minerais acima da IDR atual. Por exemplo, a IDR da vitamina D é de 200UI, no entanto, sabe-se que a gestante precisa de, pelo menos, 2.000UI; a vitamina C conforme a IDR é 45mg, mas um valor mais benéfico evidenciado é de 300mg/dia.

    Formas ativas dos nutrientes

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    Os nutrientes contidos em um multivitamínico, dependendo do fabricante, podem se apresentar sob diversas formas, o que muitas vezes pode até confundir o consumidor. Por isso, a importância do conhecimento do profissional de saúde na hora da sua prescrição. Cada paciente é único, com seu histórico e quadro de saúde. E, além dessa unicidade, outro ponto importante a ser considerado é a prescrição das melhores formas ativas dos nutrientes (vitaminas) para uma melhor absorção (biodisponibilidade) e minerais quelados – isto é, envolvidos por aminoácidos, diferentes da forma de óxido de zinco, magnésio e ferro, por exemplo, que não são tão bem absorvidos pelo organismo quanto sob a forma quelada.

     

    Zinco

    Amigo da Imunidade

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    O zinco cumpre um papel importante na formação do feto e no equilíbrio da saúde da mãe. Durante a gestação, existe uma elevada demanda de zinco por parte do bebê, e o risco de déficit para a mãe. A função deste nutriente é regular o desenvolvimento cerebral durante a fase fetal e pós-natal. Melhorar o nível de zinco pode ajudar quanto a uma possível depressão, visto que ele atua como um importante cofator para a síntese de neurotransmissores. De fato, sob condições de grande estresse, o organismo elimina rapidamente o zinco através da urina, suor e saliva – quanto menor o nível de zinco, maior a probabilidade de depressão e vice-versa.

    Para o feto, o rápido desenvolvimento cerebral é muito vulnerável à insuficiência nutritiva do zinco e ela pode alterar a regulação autônoma do sistema nervoso e desenvolvimento hipocampal e cerebral.

    Outro fator de proteção do zinco acontece diante da possibilidade de infecções virais, bacterianas e fúngicas para o desenvolvimento do bebê. Esse micronutriente é um grande responsável pelo funcionamento do sistema imune – um importante ganho. Para prevenir viroses durante a gestação, talvez devêssemos dosar os níveis séricos de zinco das gestantes e observar se seu sistema imune não está debilitado por essa carência nutricional.

    Normalmente, a população apresenta déficit de zinco, mas dentre os grupos de maior preocupação, encontramos as gestantes, lactantes e bebês. Em 2005, o periódico Journal of Trace Elements in Medicine and Biology publicou estudo que observou que, em média, 77% das mães e 3/5 dos bebês recém-nascidos apresentavam deficiência de concentração sérica de zinco (abaixo de 13umol/L).

    Parte dessa deficiência pode ser explicada porque algumas pessoas podem apresentar dificuldade de absorção e processamento desse mineral, alguns alimentos também podem intervir na sua absorção, e o bom funcionamento do fígado está intimamente interconectado a esse processo.

    Vitamina D

    Um pró-hormônio

    High resolution 3D render of vitamin supplements, focus on Vitamin D Ergocalciferol

    A vitamina D não é uma vitamina. Embora denominada como tal, ela é um hormônio esteroide – um pró-hormônio solúvel em gordura que o organismo pode produzir sob circunstâncias ideais. A exposição ao sol (radiação ultravioleta UVB) sem filtro solar durante tempo adequado é o mecanismo principal projetado pelo organismo para a sua produção.

    Descobertas recentes e reveladoras demonstraram que todas as células possuem receptores para a vitamina D. Pesquisadores da Universidade de Oxford descobriram 2.776 pontos de ligação com receptores de vitamina D ao longo do genoma. Isso seria como uma chave bioquímica que abre diferentes portas com ampla influência sobre a saúde humana.

    É comum nos consultórios, a preocupação com os níveis de glicose da gestante, mas essa preocupação deveria se estender igualmente com os níveis séricos de vitamina D. Um estudo da pediatra e neonatologista americana Carol Wagner, da Universidade da Carolina do Sul, mostrou ainda que a vitamina D reduz em 50% a possibilidade de complicações na gravidez. Ela interfere até no humor.

    Na gestação, sua deficiência está relacionada à pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, raquitismo, nascimento prematuro por cesárea, baixo peso ao nascer, gordura corporal na infância tardia, autismo e outras desordens psiquiátricas.

    Teoricamente, a população brasileira não deveria apresentar deficiência de vitamina D, afinal o Brasil é um país privilegiado em relação à incidência solar. Mas, é surpreendente notar que mesmo o fator local onde se reside e, portanto, a incidência de sol, pode não atestar a favor da produção de vitamina D, como foi visto por estudo feito com 2.649 mulheres grávidas e 1.802 recém-nascidos da Espanha, Itália, Grécia e Turquia, onde se constatou que sua deficiência ocorria em até 90% das participantes.58 Durante e após a gestação, o conjunto de estilo de vida mais medição dos níveis séricos é o que vai determinar a dose ideal para a mãe, feto e criança.

    Os cientistas temem que muitas gestantes acreditam erroneamente que estão recebendo quantidade suficiente de vitamina D a partir de seu suplemento pré-natal. Evidências crescentes revelam que essas mulheres podem precisar tanto quanto 6.000 UI de vitamina D3 por dia, muito acima da recomendação diária, para alcançarem os níveis sanguíneos adequados. A realidade é que as doses da vitamina nos suplementos pré-natais geralmente se apresentam baixas e sua deficiência durante a gestação pode afetar a vida da criança inclusive até vários anos depois de seu nascimento.

     

    Colina

    Auxiliar do desenvolvimento fetal

    zinco

    A colina é um nutriente essencial presente em alimentos, como fígado, carnes bovinas, peixes, amendoim e gema de ovos, oferecendo diversos benefícios tanto para danos hepáticos quanto para alterações neurológicas, como depressão, perda de memória, entre outros. Um aumento de sua necessidade aparece durante a gravidez e lactação porque a colina é necessária para a produção da lipoproteína fosfatidilcolina – componente de todas as membranas celulares –, e desempenha um papel central no desenvolvimento cerebral da criança, em especial na área do hipocampo e encéfalo frontal (regulação da memória e atenção), antes e após o nascimento.

    Nesse período, o aumento de sua necessidade (450mg/dia) se dá desde que grandes quantidades de colina são transferidas para o feto através da placenta – a concentração do nutriente no líquido amniótico é 10 vezes maior que o presente no sangue da mãe. Durante a amamentação, sua necessidade aumenta ainda mais (550mg/dia). No entanto, dados de avaliação do programa de estudos americano NHANES (2007-2008) mostram que a média de consumo de colina entre as gestantes é de 337mg/dia.

    A professora da Divisão de Ciências Nutricionais, Universidade de Cornell, Maurie Caudill, internacionalmente reconhecida por seus estudos sobre folato e colina, estudou os efeitos da suplementação de colina no desenvolvimento fetal e descobriu que o nutriente pode melhorar a maneira como a criança responde ao estresse. As mães que consumiram níveis mais altos de colina mostraram níveis de cortisol reduzidos. O Dr. Robert Freedman, do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de Colorado, EUA, autor de vários estudos clínicos e neurobiológicos sobre esquizofrenia, participou de estudo sobre os efeitos da suplementação de colina no período perinatal, e relata um melhor funcionamento cognitivo da criança, bem como uma melhor fisiopatologia associada à prevenção do risco de desenvolver, futuramente, esquizofrenia.76,77 Mas devemos lembrar também que baixos níveis de colina são um fator de risco para defeitos do tubo neural, tão importantes quanto o ácido fólico.

    Magnésio

    Um relaxante natural

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    Com a crescente compreensão da importância de uma adequada homeostase de magnésio durante a gravidez, um número cada vez maior de estudos vem concluindo seu uso benéfico para o tratamento ou prevenção de várias condições patológicas como a pré-eclâmpsia, câimbras nas pernas, paralisia cerebral em ocorrência de parto prematuro, diabetes gestacional, hipertensão gestacional e o risco futuro de doença coronária.

    Na hora do parto, o magnésio otimiza a pressão sanguínea e aumenta a tolerância à dor. O Dr. Norman Shealy, um dos maiores especialistas no tratamento da dor e fundador do Instituto Shealy, afirma: “Toda doença conhecida está associada a uma deficiência de magnésio. O magnésio é o mineral mais crítico necessário para a estabilidade elétrica de cada célula do corpo. Uma deficiência em magnésio pode ser responsável por mais doenças do que qualquer outro nutriente”.

    No Brasil, segundo o IBGE (e outros estudos), os números demonstram um risco de inadequação de seu consumo a partir dos 19 anos de idade – comumente a idade inicial reprodutiva. A necessidade de ingestão de magnésio aumenta no período da gestação e lactação (por volta de 350mg). Como suplemento, o magnésio é associado a outros elementos, e dependendo dessa associação sua biodisponibilidade no organismo será maior ou menor. Atualmente, as formas bisglicinato e malato são consideradas as que provêm a maior biodisponbilidade.

    Existem estudos sobre os efeitos positivos do ácido fólico durante a gravidez. Sua maior ingestão nesse período é necessária para a rápida proliferação celular, regulação da expressão genética, metabolismo de aminoácidos e síntese de neurotransmissores.

     

    Ácido fólico

    A vitamina da preconcepção

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    Já na segunda semana de gravidez, quando o bebê mede apenas três milímetros, surge o tubo neural, estrutura embrionária que vai dar origem ao cérebro e à medula espinhal. O ácido fólico (vitamina B9), já bem documentado, ajuda a formar o tubo neural da criança, e é tão importante que os médicos o indicam desde o período periconcepcional para a prevenção dos defeitos de fechamento do mesmo (como spina bífida, hidrocefalia, meningomielocele).

    Na natureza, a vitamina B9, pode ser obtida através de alimentos, como folhas verdes, feijão, lentilha, couve¬-flor, beterraba, carnes e arroz integral. Porém, existem organismos que não conseguem transformá-la em sua forma ativa. Esse é um processo bioquímico que acontece no intestino e no fígado, mas diante de alguma disfunção enzimática a conversão do ácido fólico na sua forma ativa 5-MTHF pode não ocorrer. Dados mostram que 20 a 30% da população apresenta uma mutação genética e não produzem doses adequadas de MetilTetraHidroFolatoRedutase (MTHFR), a enzima responsável por transformar ácido fólico na sua forma ativa (Metilfolato). Portanto, recomenda-se a suplementação diária dessas formas mais ativas e biodisponíveis, dependendo das particularidades da saúde da gestante e segundo o médico responsável.

    Existem estudos sobre os efeitos positivos do ácido fólico durante a gravidez, e sua maior ingestão nesse período é necessária para a rápida proliferação celular, regulação da expressão genética, metabolismo de aminoácidos e síntese de neurotransmissores. Em 2012, uma revisão sistemática e meta-análise apontou um efeito positivo do ácido fólico sobre o peso do bebê ao nascer, como também um estudo de 2015, publicado em Journal of Obstetrics and Gynaecology, Canadá, afirmou que a suplementação do nutriente deve ser mantida, mesmo por mulheres que apre¬sentam riscos mínimos de defeitos de fechamento do tubo neural durante a gravidez e enquanto durar a lactação para a prevenção de outras anomalias.

    Importante para a saúde materna, além de seus benefícios físicos, o ácido fólico pode ajudar na prevenção ou minimização da depressão pós-parto. Outro estudo, dessa vez finlandês, com 2.806 participantes, publicado no Journal of Afective Disorders, constatou que, entre as participantes com maior ingestão do suplemento, o risco de sintomas depressivos melancólicos foi quase 50% menor do que entre aquelas com o menor consumo.

    Ferro

    Transporte de oxigênio

    Dark red capsules contain Palafer and the pink tablets contain ferrous fumarate. Iron supplements should be taken with food once a day by iron-deficient (anemic) persons. Excessive doses are harmful. Iron is needed for red blood cell formation, where it i

    A suplementação de ferro está dentre as mais disseminadas pela medicina. Antes mesmo de engravidar, seu corpo precisa de ferro para realizar uma série de funções, como a produção de hemoglobina (proteína do sangue que ajuda a carregar oxigênio para as células do corpo) e a manutenção de um sistema imunológico saudável. Já a anemia por deficiência de ferro materno na gestação é um desafio mundial da saúde, sendo estimado que 41,8% das gestantes são anêmicas.

    Quando uma mulher engravida, ela precisa do dobro de ferro em comparação com o período pré-concepcional, e muitas delas já começaram a gravidez com estoques insuficientes. Essa reserva de ferro com certeza fará falta se não suplementada com eficiência. Isso porque a quantidade de sangue aumenta no seu corpo em até 50% durante a gestação, sendo necessária maior produção de hemoglobina para o bebê.

    O ferro em maior quantidade também será usado pelo bebê em desenvolvimento e pela placenta, especialmente no segundo e terceiro trimestres.

    Com uma alimentação rica em ferro (fígado e carnes, oleaginosas, frutas secas, feijão, lentilha) e seguindo a recomendação do médico responsável pela prescrição de suplementos, a gestante irá manter adequado o nível do mineral, mas faz-se necessário muita atenção, em especial às mulheres veganas e vegetarianas.

     

    Vitamina E

    Importante antioxidante

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    Há oito formas conhecidas de vitamina E –quatro tocoferóis e quatro tocotrienóis. Cada uma delas é responsável por ações específicas no corpo e seus benefícios continuam a ser descobertos. Os tocotrienóis são encontrados, entre outros, no óleo de palma, de coco, cevada e farelo de arroz, enquanto o girassol, amendoim, nozes, gergelim e azeite de oliva contêm tocoferóis. Recomenda-se ingerir um mix de suas formas para que o corpo faça uma administração inteligente.

    Durante a gravidez, a vitamina E é um importante antioxidante e ajuda a defender as células. Em uma revisão de múltiplos estudos, publicada em Advances in Nutrition, a investigadora Maret Traber verificou que, mesmo sendo importante durante toda a vida, os níveis elevados de concentração de vitamina E durante o nascimento foram associados com melhor função cognitiva em crianças de 2 anos de idade.

    “Muitas pessoas acreditam que a deficiência de vitamina E nunca ocorre. Isso é um engano”, afirmou Traber, professora da Faculdade de Saúde Pública e Ciências Humanas da Universidade do Estado de Oregon, USA, investigadora principal do Instituto Linus Pauling e considerada uma expert sobre a vitamina E. Estudos, como o publicado no conceituado periódico PLoS ONE, 2015, constataram que, entre os que não suplementavam, foi encontrada uma alta prevalência de baixos níveis da vitamina E. Ou seja, a dieta por si só pode não satisfazer a necessidade do corpo.

    Alguns dos resultados de uma ingestão inadequada são menos óbvios, tais como o seu impacto sobre o sistema nervoso, o desenvolvimento do cérebro e a resistência geral à infecção. Outros resultados podem se manifestar através de anemia, nanismo, aborto e outras condições patológicas para a mãe e/ou bebê.

    Suplementação na gravidez

    Pregnant woman with glass of water and tablets in hands

    Em geral, os efeitos da anemia durante a gestação incluem deficiente ganho de peso, complicações no parto, nascimento prematuro, déficit cognitivo e, em casos mais graves, mortalidade materna.

     

    Iodo

    Além da tireoide, muito importante para o cérebro

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    O iodo é extremamente importante na biossíntese dos hormônios tireoidianos T3 e T4, que desempenham um papel notável no crescimento e desenvolvimento dos órgãos e, principalmente, do cérebro embrionário antes, durante e após a gravidez. A ingestão de iodo nos níveis recomendados ajudará a evitar uma má formação cerebral e preservar a capacidade de aprendizado da criança. Mesmo uma deficiência leve pode prejudicar o desenvolvimento intelectual da criança. Estudos recentes no Reino Unido e Austrália mostraram que o QI é, de fato, reduzido em alguns pontos.

    “De acordo com a OMS, toda mulher grávida deve consumir cerca de 250mcg de iodo por dia, e isso deve ser continuado até o término do período da amamentação”, dizem os autores de um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition. No Brasil, desde o ano passado, definiu-se que todo suplemento vitamínico para gestantes deve conter 150mcg de iodo.

    Um estudo, publicado em The Lancet Diabetes & Endocrinology Journal (2015), propõe, inclusive, que a suplementação de iodo seja efetuada mesmo em países que apresentam baixa incidência de sua deficiência, desde que é uma medida preventiva, resultando economia de custos para os sistemas de saúde e sociedade. Ou seja: a prevenção gera uma positiva relação custo-benefício.

    Outro ponto a ser levantado, é que por décadas a população tem sido aconselhada a reduzir o consumo de sal, mas quando o sal iodado é evitado, precisa-se cuidar muito para que os níveis de iodo se mantenham saudáveis. Alimentos como frutos do mar, algas comestíveis, laticínios, e algumas verduras, como vagem e agrião, são fonte de iodo. Já uma análise de algumas marcas de sal comercialmente disponíveis nos EUA mostrou que, após a abertura do produto, o iodo pode se perder. Uma vez que o sal fica exposto ao ar, a maior parte do teor de iodo desaparece no prazo de quatro semanas depois – ainda mais depressa em condições de umidade elevada.

     

     

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    A MAIS GRANDIOSA EXPERIÊNCIA DA MINHA VIDA – A MATERNIDADE

    27 abr • LOVE IT!, maternidade

    Minhas lindas (e lindos!) … Enfim, totalmente tocada (e modificada) pela benção da maternidade, resolvi contar para vocês um pouco da minha “experiência – MÃE”. No auge dos meus 38 anos, carreira decolando, vida ultra atribulada, mil projetos, sonhos e metas profissionais, abençoada pela “paixão pelo que faço” (sim, porque isso é privilegio! Mesmo com todas as dificuldades próprias da profissão), me vi estranhamente “tocada” pela questão da maternidade. De repente me peguei pensando… “e se eu engravidasse?”. Muito pelo avançar da idade (sabemos que os óvulos não são os mesmos depois de cerca de 35 anos), mas também por uma estranha sensação de “ter tudo e não ter nada”…. Mais ou menos isso…

     

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    Não saberei me expressar aqui como gostaria… talvez porque esse toque não seja racional… ou ao menos racionalizado. Acho que se trata de um toque divino… uma intuição… algo inexplicável, difícil de explicar. Parece que simplesmente sentimos o momento… Parece que somos intuídos pelos nossos amigos espirituais que nos dizem: “chegou a hora”. É fato que a realização profissional preenche e as experiências afetivas alimentam (o amor nutre!).  Conquistas pessoais, materiais e profissionais são nossos objetivos, são o sentido da vida, é isso que nos move. Mas chega uma hora em que nos “mecanizamos” um pouco. Temos um sonho, movemos o mundo, mergulhamos em mais um projeto. Se temos força de vontade e disciplina eles se concretizam e tudo dá certo, é claro que dá. E então vem outro sonho, outra meta. Surgem novos amigos, novas pessoas, um próximo congresso, novidades, conhecimento, cursos, reuniões, jantares, e vamos vivendo…. Mas chega um momento em que isso não basta. Nossa essência pede mais. Estamos sedentos pela realização essencial do ser….  Algo que nos remeta a algum tipo de divindade. Somos centelha divina. Somos a expressão máxima da inteligência divina existente em tudo. A natureza grita…… o espírito feminino, que é essencialmente reprodutor e tem instintos orgânicos e espirituais maternos pede a concretização desse mandato… O corpo feminino pede reprodução. Isso tudo transcende…

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    No meu caso, demorou um tempo para que eu ouvisse essa voz. Meu comprometimento profissional e dedicação à cirurgia e ao consultório são tão grandes, minha alma respira tanto isso, que eu ouvia a intuição, mas as atribulações falavam mais alto… O turbilhão de compromissos e metas eram tão grandes e o cumprimento de tais obrigações estava tão automático, que simplesmente sublimei “o chamado” por alguns meses… Talvez anos, confesso que não sei exatamente. Mas o fato é que eu me via totalmente preenchida pelo “profissional” e pelo amor conjugal e familiar, mas minha essência “mãe” faltava… E isso aflorava constantemente em momentos de profundo vazio, às vezes em um comportamento frio, a uma “ausência” ou “falta” que eu não conseguia explicar.

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    Engravidei. E aí eu tive certeza de que Deus realmente olha o tempo todo por todos nós. Mesmo quando não merecemos tanto…. Ele é nosso pai, no literal sentido da palavra. Mesmo sendo crianças indisciplinadas, inconsequentes e infantis… Ele nos guia, escolhe nosso destino e decide por nós independente até de nossas escolhas. Engravidei na primeira tentativa… tentativa inconsciente, se é que vocês me entendem…

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    Os primeiros 3 meses foram melancólicos pela presença forte do beta HCG circulante no sangue… Do 4º ao sétimo mês trabalhei normalmente, ganhei muito pouco peso, me senti ótima, e fui me organizando para a chegada da Geórgia. O 8º mês foi mais difícil porque tive contrações precoces, talvez pelo excesso de trabalho e o peso da carreira (que não parou e nem diminuiu de intensidade). Fui obrigada a me ausentar em alguns momentos, a digitar deitada, e fiquei com dor no pescoço e nas articulações das mãos porque meu corpo pedia repouso, mas minha cabeça não parava… E me virei como pude até o grande dia.

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    Até aqui posso dizer que encarei tudo de um jeito muito natural, muito tranquilo, e vivenciei a gravidez como algo tão fisiológico e tão “normal” que me surpreendi, positivamente. Hoje posso dizer que se você se alimentar adequadamente, ingerir líquidos, fizer repouso relativo e cumprir com a rotina de exames e ultrassons, desde que não tenha maiores problemas de saúde, todo esse processo pode ser completamente fisiológico e os pequenos incômodos são irrelevantes.

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    Portanto para quem tem planos de engravidar, mas morre de medo disso e daquilo que as pessoas falam: não precisa temer nada. Faça sua parte, que tudo será natural e você será tocada pela questão maior de ser mãe e passará numa boa por todos os pequenos incômodos que surgirão. Afinal, ali dentro daquela barriga, está acontecendo o maior milagre da natureza e Deus está lhe presenteando com o maior bem que um dia poderia sonhar…. Portanto dorezinhas e dificuldadezinhas são sim, irrelevantes!

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    Acordei emocionada no dia 8 de abril. Chorando…. E não sou chorona! Como disse anteriormente: transcende. Não dá para explicar. Coloquei meu melhor vestido, maquiei, fui para o hospital em oração silenciosa, totalmente conectada com a espiritualidade. (Me senti amparada e conduzida o tempo todo). Sugestão de leitura: “Nossos Filhos são Espíritos – de Hermínio C.  Miranda”). Já no hospital, pude sentir a expectativa e o amor da minha família e amigos. Todos emocionados.

    video entrando na maternidade

    A Bil, minha irmã estava comigo no momento da anestesia – única hora incômoda, mas nada demais. Minha outra irmã, Florence, e meus pais, na sala ao lado, já emocionados com o momento.De repente, choro inconsolável… sensação de decolagem… saí de orbita. Terrestre. Me vi literalmente em outra dimensão. Pude sentir a espiritualidade presente. Mas isso é outro capitulo. O choro realmente era incontrolável. Mas silencioso, contido e emocionado. Desde a assepsia, até o primeiro chorinho já no ar ambiente, me senti assim, totalmente entregue aos médicos e equipe, e em oração, para que a chegada espiritual fosse permeada de amor e amparo.

    video na maca

    De repente ouvi a vozinha dela… o chorinho…. Em seguida vi a expressão do pai… as lágrimas, depois a expressão de todos os outros de emoção…. Depois a voz amável da minha médica, dizendo como era linda, saudável, gordinha e que tinha feito xixi no campo cirúrgico!!! E então… após os cuidados iniciais, meu primeiro alívio depois de ouvir o chorinho, foi de perceber que não havia nenhuma anomalia física, depois ouvir o APGAR 9,9. Neste momento mentalmente me ajoelhei aos pés de Deus e agradeci. Fervorosamente. Nunca me senti tão grata em toda a minha vida. Um minuto de silêncio.

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    E então eu a senti nos meus braços… Gente…. Aquele gemidinho… o chorinho suave… a respiraçãozinha próxima ao meu rosto, o calor do corpinho… a umidade da pele encostando na minha… o toque, o pesinho dela no meu peito… Meu Deus…. Naquele momento eu fiz uma promessa: eu seria uma pessoa melhor. Em todos os níveis. Eu estava prometendo a Deus e me comprometendo com todas as pessoas que cruzassem meu caminho. Eu seria melhor, um ser humano melhor, eu nunca seria leviana com o próximo, eu sempre daria o melhor de mim, eu não falharia como filha, eu me transformaria numa serva eternamente. Era o jeito de agradecer….

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    E a partir dali, comecei minha experiência física de mãe, porque espiritualmente eu já havia experimentado desde do exame positivo, há 9 meses …. Depois deste primeiro momento, ainda no bloco cirúrgico, quando retomei a consciência e sai daquele estado de transe, é que pude reparar melhor no grande milagre…Como de duas células se forma um corpo humano?! A respiração… o sopro da vida expandindo os pulmões até então colabados dentro do útero. O cabelinho e as unhas formadinhas. Aqueles dedinhos fininhos e delicados, móveis, perfeitos, as articulações em perfeito funcionamento. A boquinha… a bochecha… os contornos das orelhinhas…. a pele recobrindo todos os relevos e reentrâncias da forma… As elevações e retrações, as curvaturas ascendentes e descendentes, as linhas divisórias das mucosas e da tegumento, a presença dos anexos cutâneos, os olhos, o movimento da íris abrindo e fechando, a hélice e a antélice e todo o mecanismos auditivo ali dentro… Os movimentos de sucção, instintivos, presentes involuntariamente, essenciais nos momentos iniciais da vida.

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    Com o passar das primeiras horas fui observando os traços faciais… E identificando o fenótipo… resultado dos genes maternos e paternos… Características da mãe, do pai e a mistura dos dois… O ar entrando pelas duas narinas, os movimentos respiratórios, os reflexos neuromotores, todos testemunhas e evidências da maior engenharia de todas, inexplicável ainda pela ciência: o intrigante sistema nervoso, um número infinito de neurônios, todos em uma sintonia milagrosa agindo orquestralmente e resultando em última análise, no grande milagre da vida.

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    A amamentação… ao menor estimulo dos mamilos, o leite escoa. Depois de 3 horas da última mamada, quando ela começa os gemidinhos de fome, coincidentemente, a primeira gotinha começa a brotar… A natureza é tão perfeita que até o formato dos braços segurando o bebe, junto ao peito, tem a curvatura do útero e a posição da cabeça da criança assume a posição intrauterina. Além disso, ao apertar um pouco mais a criança junto ao corpo da mãe, os braços entrelaçados imitam as paredes do útero exercendo essa pressão sobre o feto. Este é um dos motivos pelos quais a criança se acalma ao ser amamentada. Mais uma observação: a palma das mãos da mãe é do tamanho exato do crânio da criança e serve para apoiar com segurança a cabecinha. A visão do recém-nascido também é mais nítida a 25 cm dos olhos, exatamente a distância da altura dos braços que apoiam a cabecinha, ao rosto da mãe.

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    Dificuldades a parte, dor, fissura mamilar, a falta de jeito dos primeiros dias de amamentação, o ato de alimentar o filho é outro inexplicável. Sentimos dor, mas a vontade de fornecer o alimento é maior. Sentimos sono, mas a responsabilidade da hora é muito maior. Adquirimos o sono leve, descansamos como podemos, ao menor sinal de fome, ali estamos nós, milagrosamente acordadas as 3 da manhã… E depois de alguns dias, a capacidade de cicatrização dos mamilos é gigante. Eles amanhecem indolores…. O leite “desce”, e começa a brotar quando a criança acorda para se alimentar… é tudo divinamente sincronizado.

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    A alta do hospital aconteceu em 48 horas.Como num passe de mágica estávamos nós, eu e meu amor chegando em casa com nossa filhinha nos braços, muito abençoados e eternamente agradecidos. Depois da saída da placenta, que produz durante a gestação um turbilhão de hormônios essenciais à vida intrauterina, experimentamos uma queda brusca dessa taxa de hormônios circulantes. É por isso que os cabelos caem, o útero contrai, produzimos leite, enfim, passamos por grandes mudanças, físicas e também emocionais. A chamada depressão pós-parto se deve em grande parte, a essa queda da taxa hormonal, brusca, repentina, mas totalmente prevista…. Ficamos mais emocionadas, vamos chamar assim. No meu caso, não senti preocupação, nem medo, nem achei que meu leite não alimentava…. Nada disso que as pessoas relatam. Talvez por ser médica e já estar com 39 anos, tive maturidade suficiente para dar a cada preocupação, a dimensão exata. Me senti sim, chorosa e o termo certo é “apaixonada”. Me apaixonei pelo rostinho, pelo cheiro, pelo afeto dos primeiros momentos. Saber que dali a 1 semana a carinha dela já estaria diferente me doía. Saber que ela cresceria rapidamente e que na verdade “filhos são para o mundo, somos apenas meios de fornecer a vida e educadores dos primeiros anos” me causou uma dor sem limites. Mas como tudo passa e nos acostumamos com tudo, hoje, com 18 dias do parto, já não estou mais emocionada assim. Ainda choro quando vou amamentar. Ou às vezes só de olhar, mas é de gratidão. E de paixão. Deus passou a estar mais presente em minha vida, pois me lembro dele a toda hora. Passei a orar todos as noites, mesmo tão cansada e sonolenta, e passei a orar de joelhos, como ainda não tinha feito.

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    Voltei a trabalhar aos poucos. E muitas pacientes tem me relatado como mudei. O semblante, a fisionomia, a doçura, a energia, a aura. Este é mais um milagre (são tantos!) … Não sei explicar como, mas sei que quando experimentamos a vida em sua expressão máxima – e a maternidade é uma das expressões máximas da essência, nos preenchemos de vida, de amor. A gratidão transforma. A felicidade abundante toca a alma. A experiência divina modifica. A alma sorri. Agradece. A vida se renova. Ficamos diferentes.

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    Agora, só agora pude compreender a expressão “padecendo no paraíso”. De todas os prêmios profissionais que ganhei, todas as minhas grandes realizações, aprovações, minha formatura, meu casamento, minhas experiências grandiosas, todas foram importantes e marcantes, mas meu grande dia foi o 8 de abril de 2016. Meu maior momento, minha melhor experiência. O mais próximo que cheguei de Deus.

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    Hoje me sinto plena, grata, feliz. Eu olho minha filha e agradeço mentalmente de joelhos. Eu olho meu marido e o agradeço em lágrimas por ter feito parte desse grande milagre. Eu vejo meus pais e só agora entendo o quando devemos a eles. Aliás a espiritualidade nos ensina isso: a oportunidade da vida, dada pelos pais, sejam eles bons ou ruins, perfeitos ou não, enfim, em qualquer circunstância, a oportunidade da vida é dívida impagável que adquirimos com esses espíritos. Só por nos trazerem ao mundo. Por doarem seus genes e no caso da mãe, seu corpo físico, por serem orientadores e educadores. Só agora eu compreendi a verdadeira dimensão da grandeza da maternidade e da paternidade.

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    Eu quis escrever por que preciso pôr no papel minhas ideias e reflexões sobre a vida e minhas experiências. E queria que esse relato chegasse de alguma forma aos futuros pais. Sei, até como médica, que nem sempre tudo corre tão bem. Às vezes as mães passam por grandes provações durante a gestação, enfrentando enfermidades difíceis. E muitas mães e pais tem que lidar com a deformidade física ou anormalidade mental/ comportamental dos seus filhos. Grandes provações… E eu lamento muito que existam tantos corações que sofrem tais provas. Este relato é de uma mãe espirita, médica, e abençoada por uma gravidez perfeita e uma filha perfeita…. Obrigada meu Pai por essa benção! A você mamãe e papai que lerem este texto, desejo que também tenham uma experiência positiva, e se não for o caso, que a crença no amor de Deus e na perfeição da lei sejam alento para qualquer tipo de dor.

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    Patrícia Leite Nogueira

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  • amamentacao-silicone

    Uma das experiências mais intrigantes da minha vida

    22 abr • CIRURGIA PLÁSTICA, ESTÉTICA, maternidade

    Sou mãe e tenho prótese mamária, subglandular, 280 ml, incisão periareolar inferior.

    Na época em que fui submetida à cirurgia, o cirurgião não entrou em detalhes sobre a melhor incisão, a amamentação futura, etc. Eu nem era cirurgiã plástica e não imaginava o que passaria no futuro.

    Eu adorei o resultado, amo meu cirurgião até hoje, mas a escolha do local da incisão foi errada, com certeza. A incisão periareolar tem várias desvantagens em minha opinião:

    🍼1- Fica na transição entre dois tecidos muito diferentes: a pele da mama, e a pele peculiar da aréola. Isto, teoricamente, disfarçaria a cicatriz, mas na prática, a evidencia ainda mais, pelas características anátomo-fisiológicas dos 2 tecidos e dificuldades na cicatrização, na maioria das vezes.

    🍼2- Fica em um local anatômico importantíssimo para a drenagem do leite, na ocasião de uma futura amamentação – toda cicatriz é essencialmente um tecido fibrótico, rígido, rico em colágeno desorganizado e que, literalmente, impede ou dificulta muito o escoamento do leite, que vem dos ductos para as ampolas areolares e daí para sua saída no mamilo.

    🍼3- Prejudica a sensibilidade, uma vez que a aréola é extremamente inervada e essa inervação tem um papel importante também na sexualidade da mulher.

    🍼4- Alterações de cor são muito comuns na região: a cicatriz pode ficar escura ou branca (maioria)

    🍼5- A cicatriz fica muito visível, uma vez que as aréolas são o ponto central e o centro visual da mama.

    A importância da amamentação é inquestionável. Farei um post sobre isso. Mas neste post, queria enfatizar a importância de se preservar a anatomia mamária até que se tenha filhos… É o maior amor do mundo, e a função da mãe, alimentar seu filho, é uma das primeiras tarefas divinamente confiadas a nós, por Deus.

    As dores durante o processo ocorrem mesmo e ficarão mais graves se os ductos estiverem “entupidos” pela fibrose cicatricial. Suas glândulas não deixarão de produzir leite e não tiver como ele ser drenado, as chances de “empedramento” e mastite serão enormes. E você, além da dor física, sentirá a dor emocional.

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  • Clear-+-Brilliant

    Clear & Brilliant: a última geração em tratamento para pele

    27 mar • ANTI AGING, ESTÉTICA, LASER

    Um estudo científico divulgado pela Universidade de Londres mostrou, após avaliar a pele de mais de cem pessoas, que o cérebro percebe uma face mais envelhecida quanto menor for a uniformidade de sua cor. De acordo com os pesquisadores, as notas atribuídas à falta de uniformidade foram maiores às dadas para as rugas. Portanto, pele jovem implica em tonalidade homogênea.

    Para garantir a homogeneidade na tonalidade de pele, um novo aparelho de laser promete ser sucesso: o Clear and Brilliant. Trata-se de tecnologia de laser fracionado não ablativo com 2 ponteiras – diodo 1440nm e Tulio 1927nm (Permea). No momento, é a melhor tecnologia para o tratamento do melasma.

    Associado a tópicos e medicamentos orais, reduz muito a chance de rebote, como chamamos o típico retorno das manchas que ocorre quando se expõe ao sol, após outros tratamentos a laser ou por peelings convencionais.

    A ponteira Permea aumenta em 30% a permeabilidade da pele a produtos aplicados topicamente, como no drug delivery, sendo tal permeabilidade responsável pela penetração de agentes clareadores, o que contribui para a homogeneização da cor, tonalidade, textura e brilho da pele. Já a  ponteira 1440 é indicada para fechamento de poros, produção de colágeno e melhora de rugas finas.

    Este laser é indicado tanto para o tratamento de manchas mais graves, quanto para a prevenção das machas suaves de pessoas ainda bem jovens, entre 25 e 30 anos, cuja intenção seja tratar manchas iniciais e também prevenir o foto-envelhecimento.  Além disso, ameniza as linhas ao redor da boca, dos olhos e as marcas de expressão na região das bochechas, por conta de sua propriedade de estímulo de colágeno.

    São necessárias de três a cinco aplicações, com intervalo mensal. Mas os resultados já são visíveis após a primeira. O procedimento provoca uma leve vermelhidão na pele, que é suavizada no mesmo dia. Não é necessário período de repouso pós-tratamento e as atividades diárias podem ser retomadas imediatamente.

    De modo geral, a manutenção é feita com uma sessão a cada seis meses. A contraindicação é para grávidas, pessoas com pele sensível ou que apresentem alterações cutâneas no local da aplicação.

    O “Clear and Brilliant” é a última tecnologia para ao tratamento de manchas e melasma, já foi aprovado pelo FDA e pela ANVISA.

    O tratamento é recente no Brasil e já está disponível na Clínica Patrícia Leite.

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  • tratamento-celulite

    Celulite – Conheça os motivos

    21 mar • ESTÉTICA

    Dentre as alterações estéticas que mais incomodam as mulheres a celulite ainda reina absoluta. Considerada uma alteração evolutiva da mulher, e não uma doença, é um distúrbio do tecido conjuntivo e gorduroso que se manifesta após a adolescência, nos locais de maior deposição de gordura – quadris e coxas. A principal causa são os hormônios femininos mas há vários fatores responsáveis pelo agravamento do problema.

    Dentre eles estão o estresse, hábitos de vida como cigarro e sedentarismo e a dieta. Sendo assim, pode-se dizer que todas nós, mulheres, apresentaremos um dia, cedo ou tarde, os terríveis furinhos, sejam eles mais ou menos graves, de acordo com características genéticas que trazemos em nosso código celular.

    Essa condição provoca uma alteração estrutural no tecido gorduroso rico em receptores hormonais, que levam ao acúmulo de líquido na região e à formação de traves de fibrose. A estrutura alvo é o complexo dermo-gorduroso (a pele e a gordura existente abaixo dela). Como se trata uma alteração tão comum é grande também a procura por alternativas terapêuticas. Por este motivo, o post de hoje trás para você o que há de mais moderno em termos de tratamento e prevenção deste “probleminha”, pequeno mas super incomodo a todas nós!

    Leia mais em 🌐 http://www.patricialeite.com/celulite-tratamentos-bh/

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    Cuidados pós Verão

    17 mar • ESTÉTICA

    Passados o carnaval e as férias de verão o momento é de recuperar a brilho da pele e a saúde do corpo, muitas vezes prejudicados pelos exageros cometidos nas épocas quentes e festivas. A exposição solar excessiva contribui definitivamente para o envelhecimento cutâneo e o agravamento do melasma. O uso de bebidas alcoólicas e cigarros intoxicam o organismo e aumenta a retenção hídrica causando inchaços (edemas), cansaço, falta de energia e desanimo. As noites passadas nas baladas são causas de olheiras, rugas finas e piora da textura da pele. Os excessos alimentares levam à gordura localizada e aumento da celulite. E por sua vez, o famoso efeito sanfona causa flacidez e estrias.

    Segundo Dra. Patrícia Leite, especialista em cirurgia plástica pela SBCP e expert em procedimentos estéticos e estética facial, a época é mesmo propícia para determinados tratamentos que servem para resgatar o peso ideal, recuperar o viço cutâneo perdido nas épocas festivas e também para preparar a pele para os procedimentos próprios do inverno.

    As manchas de pele (melanoses e melasmas) decorrentes da pigmentação cutânea, tendem a voltar ou se intensificar com a exposição ao sol mesmo usando o filtro solar, uma vez que a radiação ultravioleta do sol desencadeia a formação de melanina, mesmo quando as camadas mais superficiais da pele estão “protegidas” pelos cremes bloqueadores. Além disso, o mecanismo de formação do melasma é bastante complexo e multifatorial, envolvendo hormônios e sensibilidade cutânea.  A acne também aumenta com o uso de filtros de base oleosa e com o aumento da oleosidade cutânea própria desta época do ano.  “Com o fim do verão, o ideal é usar cremes clareadores e ácidos de uso noturno. Eles preparam a pele, os melanócitos e queratinócitos para a realização de peelings mais profundos ou tratamentos a laser que poderão ser feitos cerca de 2 meses depois, com a chegada do inverno ”. No consultório, os procedimentos que recuperam o viço são muitos, a seguir os mais procurados:

    Microagulhamento com drug delivery: hora de estimular colágeno e levar para as profundezas da pele, ativos capazes de ativar a renovação celular, hidratar, clarear e aumentar a vascularização e oxigenação.

    Skin booster: vamos hidratar e estimular colágeno com a tradicional molécula rejuvenescedora de ácido hialurônico

    Ácido poli L lático: reconhecido como a substancia injetável com maior poder de estimulo de colágeno disponível atualmente. Se os primeiros sinais de flacidez andam lhe tirando o sono, este é o seu produto.

    Peelings: os bons e velhos químicos que descamam as células mortas das camadas mais superficiais da pele também são capazes de clarear e melhorar textura e viço, ao deixarem visíveis células mais jovens, mais saudáveis e mais profundas da epiderme.

    Laser: são muitos! O ideal para a sua pele depende do seu tom, do grau de envelhecimento, da tendência a melasma, da sensibilidade, enfim… São tratamentos bons para serem feitos no inverno. Uma boa avaliação cutânea é fundamental para otimizar resultados!

     

     

    Os tratamentos para gordura localizada e celulite também são muito procurados e devem ser realizados juntamente com os cuidados com a saúde: atividade física e acompanhamento nutricional.

    Para a redução de gordura localizada o mais recomendado é a tradicional hidrolipoaspiração, e para quem não deseja se render ao bisturi (neste caso, à cânula), a mesoterapia ou intradermoterapia (ou ainda “lipo enzimática”) – as famosas agulhadinhas redutoras de gordura. Trata-se da injeção de ativos lipolíticos (redutores de gordura localizada) na região a ser tratada: culotes, flancos, abdome, etc. Tais medicamentos têm a propriedade de “quebrar” a gordura existente dentro dos adipócitos e liberá-la para a corrente sanguínea, onde serão conduzidas aos órgãos eliminadores: rins, pulmões, fígado e metabolismo, em geral. É importante dizer que a associação de um método mecânico de redução de medidas associado à mesoterapia garante melhores resultados. Exemplos: vella shape, radiofrequência  e criolipólise. O tratamento pode ser feito de 2 a 3 vezes por semana para resultados mais imediatos ou uma vez por semana para a manutenção dos resultados.

    Para a desintoxicação, uma associação de dieta balanceada ou até uma dieta detox, muito líquido e a volta às atividades físicas regulares, são recomendados.

    As cápsulas da juventude também estão na moda e são cada vez mais procuradas nos consultórios médicos. Alguns dos antioxidantes fundamentais são normalmente adquiridos pela dieta, como por ex., as vitaminas C e E, os carotenóides e substâncias fenólicas derivadas de plantas. Atualmente existe uma série de produtos comercializados, que podem ser manipulados para uso tópico ou oral, de forma individual ou em associação, e a melhor combinação deles, será determinada pelo médico, de acordo com resultados de exames metabólicos e hormonais.

     

     

     

     

     

     

     

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  • unhas

    A importância do cuidados com as unhas

    13 mar • ESTÉTICA

    Unhas lindas são sinônimo de saúde, higiene e cuidado com si mesma! Além de ser chique!

    As unhas refletem a saúde de todo o organismo e recebe estímulos hormonais e nutricionais diversos. Em situações de alerta ou de privação nutricional ou de alguma doença, em que o organismo tenha que priorizar órgãos mais vitais, os primeiros a sofrerem a privação de nutrientes são elas e os cabelos!

    Varias deficiências de vitaminas estão envolvidas no enfraquecimento das unhas,  por isso mais um motivos para estarmos atentas à dieta! Algumas dicas básicas de como manter a saúde das unhas: usar luvas nas tarefas domésticas, usar esmaltes isentos de ingredientes corrosivos ou alérgicos ( ex: tolueno e formaldeído), não machucarmos as cutículas ao removê-las, não lixar a superfície da unha (somente a ponta) para não remover a queratina presente ali!

    E por fim usar bons produtos entre a unha e o esmalte!

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